Treinamento 8Ps Rio

28 jun

Curso de Consultor de Mkt Digial com Conrado Adolpho

Como muitos sabem, a internet está abrindo novas oportunidades para profissionais da nossa área (Comunicação), mas ainda há necessidade de certificação, de formação extra que diga que você é capaz de exercer determinada função no meio digital sem oferecer riscos à empresa que está te contratando e ter um diferencial no mercado para se destacar da concorrência.

Pensando nisso, a Com2B Editora traz o curso de  certificação 8Ps do Marketing Digital, onde o autor do best seller Google Marketing, Conrado Adolpho, irá formar consultores de Marketing Digital. Curso antes oferecido somente em São Paulo, agora você terá essa oportunidade de participar da primeira turma de consultores de Marketing Digital no Rio de Janeiro. E dessa vez não tem desculpa de falta de tempo: a duração do curso é de somente 2 dias presenciais (1 e 2 de julho – Sexta e Sábado).
Saiba mais sobre o curso 8Ps do Marketing Digital em www.treinamento8ps-rio.com.br (Os valores podem ser parcelados)
 
Repassem pros nossos amigos comunicadores, galera! Essa oportunidade é unica, não vamos perder.

40 motivos para se casar com um jornalista

28 abr

Recebi um email esta semana com esta lista. Adorei, rs! Então resolvi compartilhar com vocês aqui no blog. Segue o texto e #ficadica!!!

Por Ariane Fonseca

Esta semana ficou famosa na internet uma lista do blog Espaço com Design com “50 motivos para não se casar com um designer”. Inspirado no post, muitas profissões aderiram a brincadeira e também criaram adaptações para as suas áreas.

Eu, só para ser do contra, resolvi também brincar. Mas ao invés de criar uma lista negativa, montei uma com 40 motivos para se casar com um jornalista, afinal, temos que falar das coisas boas também.

Segue a lista:

  1. Jornalista geralmente é criativo, ele vai surpreender você quando menos esperar;
  2. São curiosos e antenados, você sempre ficará por dentro de tudo que acontece;
  3. Eles não ganham bem, mas isso é bom porque vocês podem aprender a economizar dinheiro;
  4. No Natal, Ano Novo, Carnaval… eles provavelmente estarão na redação. Mas, pense pelo lado positivo: antes trabalhando do que vagabundando;
  5. E outra! Trabalhando muito, eles não têm tempo de se interessar por outra pessoa;
  6. Eles não são bons de matemática, mal sabem somar e subtrair; mas, para que saber isso se são os mestres da escrita?;
  7. Acostumados com pautas, são bem organizados e planejam bem as coisas antes de fazê-las;
  8. Como é fissurado por fontes, quando você tiver uma ótima ideia, ele não vai dizer aos amigos que foi coisa da cabeça dele. Dará todas as honras para você!;
  9. Como vivem numa rotina corrida, não tem muito tempo para opinar nas coisas da casa. O que você fizer, ele vai achar lindo;
  10. Tudo é um grande brainstorm (tempestade de ideias). Monotonia não vai entrar na sua casa!;
  11. Quando vocês brigarem, ele não vai achar que a opinião dele é a melhor. Tem que ouvir todos os lados de um fato, ele saberá analisar a situação!;
  12. Em coberturas de grandes eventos, você poderá entrar de gaiato. Cada final de semana em um lugar diferente: jogos de futebol, avenida de escola de samba, lançamento de livros…;
  13. Mantêm revistas e jornais no banheiro. Você nunca ficará olhando para o vácuo enquanto faz suas necessidades fisiológicas. Ganhará conhecimento!;
  14. Idolatram pessoas totalmente desconhecidas (o seu Zé, a Dona Maria, o Juquinha…) Todos com ótimas histórias de vida que vocês podem usar no cotidiano também para se tornarem pessoas melhores!;
  15. Não vai faltar café na sua casa. Café e jornalista são praticamente sinônimos;
  16. Ele pode escrever os votos matrimoniais da sua irmã, criar o conteúdo do site de negócios do seu pai, ensinar sua mãe a tirar fotos das amigas nos eventos do bairro. Ele aprende de tudo um pouco e gosta de compartilhar!;
  17. Tudo para o jornalista tem uma explicação. Eles nunca vão se contentar com a primeira versão de um fato. Você sempre terá uma resposta, mesmo que demore;
  18. São ótimos investigadores. Se alguém no trabalho passar a perna em você, rapidinho ele descobre quem é!;
  19. Como trabalham muito, não tem tempo para beber demais, fumar, se envolver com drogas… Você terá um companheiro saudável!;
  20. Tá bom, vai… eles não costumam comer coisas muito saudáveis. Mas se você for legal e fizer comida para ele levar ao trabalho, isso se resolve rapidinho, não é? =);
  21. Suas viagens nunca serão monótonas! Se acontecer qualquer movimento estranho, ele vai logo querer saber o que é e infiltrará você junto para desvendar o problema;
  22. Amam roupas leves e simples no dia a dia. Você não vai gastar muito dinheiro com isso;
  23. Mas também sabem se arrumar bonitinhos para os eventos. Você terá um parceiro que sabe ser simples, mas também sabe arrasar. Tudo vai depender da ocasião;
  24. A agenda é o seu melhor amigo. Mas, não fique com ciúmes! Pense pelo lado positivo, nunca vai esquecer nenhuma data importante, porque tudo fica rigorosamente descrito lá;
  25. Eles não ficam irritados com “nãos”, afinal, estão acostumados com assessorias de imprensa que não querem divulgar os bafões. Você não terá um companheiro irritado, mas, em compensação ele não vai desistir até conseguir o que quer. Mas só de não se grosso já vale, não é!?;
  26. Como são antenados, também sempre ficam sabendo das novidades tecnológicas primeiro. Às vezes, até ganham de presente para testar a ferramenta. Você terá tudo em primeira mão na sua casa;
  27. Eles não se importam com calor, chuva, trovões… afinal, precisam estar onde a notícia está! Você poderá ir na praia com 50 graus tranqüila ou aquela viagem dos sonhos pode se tornar um pesadelo no caos de São Paulo que ele não vai blasfemar. Ainda vai dar risada da situação;
  28. Acham que podem salvar o mundo com uma matéria. Olha que sensibilidade!;
  29. Eles sempre sabem tudo todo o tempo;
  30. Gostam de música para acalmar;
  31. Leem livros raros, histórias para crianças e semiótica… Seus filhos serão super dotados se depender dele;
  32. Sua vida social é infinitamente grande. Você nunca poderá reclamar que não conhece gente nova;
  33. Eles estão acostumados com coisas chatas e sabem contorná-las muito bem. O casamento nunca vai virar algo monótono;
  34. Eles gostam de camisas com estampas de alguma brincadeira sobre algo atual. Suas amigas vão ficar com inveja do seu companheiro inteligente;
  35. Eles sempre têm uma opinião sobre qualquer coisa na face da Terra. Durante uma conversa entre amigos, vocês nunca ficarão apagados;
  36. A maioria gosta de virar psicólogo, técnico de futebol e médico às vezes. Você terá um companheiro mil e uma utilidades;
  37. Por causa da profissão, são forçados a aprender mais de um idioma. Você vai ouvir “Eu te amo” em, pelo menos, umas três línguas diferentes;
  38. A primeira coisa que seu filho vai aprender é que a informação é a alma do negócio. Com dois anos, sua fofurinha vai saber o que é aquecimento global, mercado financeiro e já saberá criticar políticos;
  39. Gostam de mudar de cidade, estado e até de país. Você conhecerá muitos lugares!;
  40. Assistem documentários e vão a museus o tempo todo, não importa o que seja. Ô cultura!

Aproveite para aumentar a lista com suas sugestões, sempre bem-vindas!

Por Elis Monteiro: Tragédia silenciosa

23 fev

Elis Monteiro *jornalista e Bonjesuense 

Há acontecimentos, tragédias como a da Região Serrana que, pelas suas dimensões, acabam mobilizando milhares de pessoas em torno de uma (boa) causa – ajudar os necessitados, salvar vidas, aliviar a dor de quem ficou. A internet já mostrou seu potencial para denunciar governos, expor mazelas acobertadas por bandeiras ideológicas e unir pessoas em prol de um ideal. Mas há tragédias sorrateiras, que não ganham as manchetes dos jornais, que vão matando aos poucos e, quando a população se dá conta…centenas de mortos, um rastro de tristeza e famílias inteiras à beira do colapso.

Uma dessas tragédias silenciosas está acontecendo em Bom Jesus do Itabapoana, pequena cidade ao norte do Estado do Rio de Janeiro. Não se trata de uma tromba d’água, tsunami nem uma enchente de grandes proporções, mas um mosquito que, há tempos, vem desafiando médicos e especialistas. Bom Jesus está sofrendo com a dengue. Dezenas de mortos, dentre eles crianças e adolescentes, que não viram estatística porque a voz dos sofridos não alcança os megafones públicos.

O hospital da cidade está à beira do colapso, na iminência de fechar as portas; médicos ficam sem dormir tentando salvar vidas; casos “menos graves” têm sido rejeitados, por absoluta falta de estrutura e/ou ajuda do poder público. É como se toda uma população fosse sendo esquecida aos poucos, abandonada pela sua pequenez. Como se a vida de uma criança ou de um senhor de 80 anos, cheio de vitalidade e saúde, que sucumbe à dengue hemorrágica, não fossem importantes para o resto da sociedade.

Os relatos são apavorantes – mães que escondem os filhos dentro de casa por medo de os perderem. Filhos que vêem os pais padecerem, sangrando pelos poros, largados em macas no meio dos corredores do hospital. Sangue, tristeza, desespero, esquecimento.

A prefeitura, dizem os médicos, só se mexeu para mandar circular carros jogando fumaça de diesel queimado – não há verba para o tal fumacê. Nem vontade política. Porque a tal doença só pode ser comprovada quase um mês depois de feito o exame. Um mês depois do enterro, porque as vidas estão escorregando entre os dedos dos médicos. Infectologistas, cirurgiões, todas as especialidades se misturam numa força-tarefa para salvar alguns – porque salvar todos é impossível. Segundo relatos de especialistas da cidade, quase 50% da população – de 30 mil habitantes – está com dengue ou com sintomas de. E nada. A grande mídia não se manifesta. Não há movimentos nas redes sociais. Não há um chamariz porque a dengue não é sedutora. É feia. É suja. É pobre. É culpa de quem não fez a sua parte, cobrindo piscinas ou jogando fora água parada.

Neste caso, no entanto, culpar alguém não adianta. É preciso fazer alguma coisa, mesmo que seja gritar. Em nome do pobre doutor Luciano, diretor da mais conceituada escola da cidade, que dedicou sua vida – saudável e vibrante – a ensinar e que acabou falecendo, perdendo a vida para a mais besta das doenças, culpa de um mosquitinho de nada. Assim como ele, vítimas pobres, moradoras de bairros menos favorecidos, vão se juntando a uma lista indigente, de pessoas que…ora, só estavam no lugar errado na hora errada! Afinal, quem pode controlar o  bater de asas de um mosquito irreverente que já virou fantasia de carnaval?

A existência da dengue – e de sua versão mais agressiva, a hemorrágica – não é novidade para ninguém. Não vende jornal, não vira manchete. Não é chamariz de palanque, não merece “trendar”. Enquanto isso, a adolescente agoniza no leito do hospital, com médicos correndo como loucos, tentando salvar aqueles que o estado já desistiu de ajudar. Pior: nem tentou.

Por que não gritar? Nenhuma vida é menos importante que a outra apenas porque está longe das vistas do morador das grandes cidades. E os Bonjesuenes ausentes, como eu, choram pela morte dos seus. Pedindo apenas um pouco de atenção. Tentando arrumar uma forma de tirar a família da área de risco. Sim, Bom Jesus se tornou um grande vale de risco de morte.

Não pedimos queda de prefeito nem revolta contra governos. Só pedimos o que é nosso direito – não ver nossos queridos morrendo à toa, sangrando pelos poros.

#Desabafo

28 jul

Tenho estudado tanto sobre mídias digitais nos últimos dias que não posso deixar tanta leitura acumulada. Sei que ler nunca é demais, ainda mais quando você está lendo sobre algo que gosta, mas preciso compartilhar também. E foi estudando um pouquinho que pude perceber como essa forma de comunicação está atingindo todos os setores, todos mesmo. Na verdade, acho que as pessoas estão achando que as redes sociais são a nova fórmula mágica para o sucesso das empresas. Chega a ser cômico, se não fosse trágico.

Está na moda agora contratar jovens, recém, ou ainda nem formados, como mão de obra barata para cuidar das mídias de uma organização. E claro que quem é chamado vai com um sorriso de orelha a orelha, e com razão! Não têm como os jovens dessa nova geração (Y) não gostarem das novas tecnologias, pois isso faz parte da nossa cultura, então este acaba se tornando um trabalho prazeroso.

Mas, as redes são apenas as ferramentas utilizadas para efetuar um trabalho, né? As mídias sociais são o hit do momento…ok!  Só que precisam ser alimentadas com conteúdo. E como alimentá-las? Essa é a pergunta que eu tenho feito todos os dias: com que conteúdo eu quero alimentar minhas redes daqui para frente?

Para fazer um bom trabalho é preciso mergulhar fundo nesse mundo e levar a sério, e claro, ter amor no que faz. Mais importante do que criar perfis em diversas mídias ou desenvolver estratégias mirabolantes para alcançar um público X, é estar presente e interagindo. E, para isso, é preciso estar envolvido com o tema. Você que está lendo este post, se sente realmente envolvido com seu trabalho? Você gosta, sente prazer no que faz?

Bem, posso arriscar dizer que ao mesmo tempo em que a tecnologia nos dá ela também nos tira. Olha que eu sou uma grande fã da tecnologia. Mas também sou fã do ser humano, sou fã de ver sorrisos, provocar risadas e de dar abraços. Não seria perfeito um dia poder unir essas duas paixões que parecem tão conflitantes? Pois é, é isso que eu quero fazer.

Li vários textos com dicas de “como fazer”, “como aumentar”, “como crescer o número de…”. Muito úteis, agradeço a todos os autores que fizeram parte de mais um pequeno processo pelo qual estou passando. Sei que devemos entender como funciona cada rede social e também estudar como seus (famosos) stakeholders participam das mídias sociais. Isso é bom.

Mas, na verdade, me toquei que não era exatamente isso que eu estava procurando. Chama muita minha atenção quando leio sobre a necessidade de ter um diferencial no mercado. O que seria criar um diferencial dentro das redes sociais? Produzir um conteúdo exclusivo, fazer promoções especiais ou ter um atendimento personalizado? Sinceramente, eu não sei essa resposta. Inclusive eu não sei a resposta para muitas dúvidas. E espero não encontrá-las, afinal, se eu encontrar respostas para todas minhas perguntas, qual será a graça?

Atualmente, estou buscando a resposta para o que quero para mim. Na verdade, estou apenas procurando meu diferencial. Se você achá-lo, me avise por favor?

Conheça um pouco mais sobre o apresentador do Globo Ecologia, o ator Max Fercondini

22 maio

Veja entrevista no site da Fundação Roberto Marinho

O Globo Ecologia completa 20 anos em 2010 e, desde abril de 2009, tem em seu comando o ator e apresentador Max Fercondini. O programa é exibido no Canal Futura, no Globo News e na Rede Globo. Este ano, o Globo Ecologia vai apresentar séries inéditas, entre elas, uma sobre o Timor Leste e outra sobre “O Bem Comum”, que trata de maneira inédita a possibilidade de uma relação sustentável entre o homem e os ecossistemas. E abordará ainda temas como oceanos, animais em extinção, resíduos, expedições de destaque na área de meio ambiente e índios.
Em entrevista ao site da FRM, Max Fercondini fala sobre as experiências que viveu com o programa no último ano e como o Globo Ecologia mudou seu dia a dia.
Há quanto tempo você apresenta o Globo Ecologia?
Desde abril do ano passado. Participei das séries “Do Prato à Terra”, “O Lixo é Nosso” e “Natureza Ameaçada”.
Qual foi a matéria que mais gostou de fazer?
Gostei muito de apresentar a série “O Lixo é Nosso”, pois pude falar numa linguagem direta com o espectador e dar ferramentas para que ele possa mudar seu cotidiano e ser mais responsável com o meio ambiente. Também foi uma série na qual eu entrevistei alguns especialistas no assunto. Isso me colocou à frente das questões que abordávamos, dando-me mais responsabilidades enquanto apresentador.
Nas viagens pelo programa, que lugar mais gostou de conhecer?
Gravamos as “cabeças” do programa, partes nas quais eu apareço, sempre no Rio de Janeiro. É uma pena, pois gostaria de ir a campo para buscar as informações junto com os repórteres e conhecer melhor os lugares incríveis desse nosso Brasil que são palco do Globo Ecologia. Quem sabe isso venha a acontecer numa próxima série…
Que gravação pode ser considerada uma aventura?
Quando visitamos uma CTR (Central de Tratamento de Resíduos) para gravar um programa sobre o lixo urbano. Nessa ocasião, senti um pouco a adrenalina e as dificuldades do dia-a-dia dos repórteres. Às vezes, precisamos entrar em lugares que não são tão agradáveis assim. Mas o episódio teve uma repercussão muito positiva junto ao público, o que me deixou contente.
Qual foi o meio de transporte mais inusitado que usou?
Na verdade, eu não sofro muito com esses “perrengues” de produção, como sofrem os repórteres do Globo Ecologia. Digo isso porque eu estou sempre viajando de carro para cima e para baixo. Mas me lembro de uma aventura do repórter Pablo de Moura: para gravar um programa no Pantanal, teve que viajar no lombo de um jumento. Isso foi engraçado.
Qual foi a lição mais importante que você aprendeu ao apresentar o programa?
Aprendi que temos que trazer para nós, sociedade consumidora, a responsabilidade pelo meio ambiente. Nossa relação e necessidade de recursos naturais são o que mais impactam a natureza. Se buscarmos soluções locais, próximas do nosso círculo de atividades, podemos colocar em prática atitudes mais equilibradas com o mundo que nos cerca e assim também exercer cidadania.
Qual é a receptividade do público que assiste ao programa?
Sinto que as pessoas assistem ao programa com muito interesse e respeito. Essa credibilidade foi conquistada pelos jornalistas e idealizadores do Globo Ecologia, Cláudio e Elza Savaget. Com o respaldo de duas instituições de muita credibilidade no compromisso social: Rede Globo e Fundação Roberto Marinho. Sinto-me honrado de fazer parte deste projeto, que completa 20 anos em 2010.
Qual foi a melhor  experiência que teve apresentando o programa?
Todo tema que abordamos é uma grande experiência e lição para mim. Fico muito atento aos detalhes do programa para passar a mensagem da forma correta e também tirar proveito do seu conteúdo. Adoro a repercussão que o programa tem com o público geral. As experiências dos telespectadores são importantes para eu saber se estamos conduzindo as séries de maneira didática e com propriedade.
O que mudou na sua vida depois que você começou a apresentar o programa?
A principal mudança que senti depois de começar a trabalhar no Globo Ecologia foi a vontade de consumir com responsabilidade. Atitudes como diminuir o uso de sacolas plásticas e separar o lixo já eram presentes na minha vida, mas entender que os recursos não são infinitos e que serão resíduos que poluirão o nosso planeta me deixa mais consciente na hora de entrar no supermercado ou trocar meus bens de consumo. Mesmo assim, ainda sinto que estamos longe de alcançar o “lixo zero”. Para a minha vida prática, não vejo opções reais. E isso ainda é algo que precisamos melhorar.
Quais são suas maiores preocupações com o meio ambiente?
A quantidade de informações divergentes e as propostas equivocadas para reduzir nosso impacto ambiental. Tenho lido muito a respeito e percebo que a solução está distante dos interesses econômicos das empresas e dos países. Também vejo que o termo “sustentabilidade” vem sendo vulgarizado pelo uso constante na mídia. Empresas que continuam poluindo ou gerando grandes impactos ambientais associam, de forma deliberada e sem auditoria, a palavra “sustentável” à sua marca. Precisamos estar muito atentos para não sermos enganados por falsa propaganda. Essa é minha maior preocupação enquanto comunicador: ser imparcial e preciso.
Você quer deixar uma mensagem para o público?
Quero. Gostaria de convidar todo mundo para assistir ao programa de forma intrigada e consciente. Estamos, o tempo todo, buscando a verdade e a melhor forma de passar a informação. Espero que gostem!
Por Thayane Dibb
Foto: Divulgação

Minha passagem pelo TEDxSudeste…

16 maio

Tudo bem, confesso que há um mês eu nem sabia direito o verdadeiro sentido do TEDxSudeste. Nas reuniões de pauta da Assessoria de Imprensa da FRM só escutava minha chefa 2 (Elis Monteiro) falando desse tal de TED: quem estaria no TED, o que teria no TED, o quanto o TED estava acabando com as noites de sono dela…

Não sei o porquê, em uma dessas reuniões, eu coloquei na cabeça que eu precisava estar naquele evento onde mais de 30 pessoas, algumas conhecidas e outras nem tanto, buscavam um mesmo objetivo: compartilhar suas ideias com o mundo. E, quando eu coloco alguma coisa na cabeça…

Depois do sucesso do meu movimento #thayanenoTED no twitter, eu finalmente consegui não só uma, mas duas formas de ir ao TEDxSudeste! Optei, claro, por ser voluntária. Não porque eu sabia o que vinha pela frente, mas porque eu sou uma psicopata por trabalho mesmo!

Na sexta, credenciamento durante quase todo o dia. No sábado, dia 8 de maio de 2010, foram 13 intensas horas de palestras dividindo ideias, experiências, projetos e desejos. A Tecnologia, o Entretenimento e o Design foram muito bem apresentados ao público, mas as pessoas que estiveram em cima daquele palco foram os verdadeiros protagonistas.

O pequeno PH, de apenas 13 anos, dando uma aula de tecnologia e deixando queixos caídos pelo chão do Planetário, Jaime Lerner passando toda sua incrível experiência, Gil Giardelli me deixando mais apaixonada, se é que é possível, por mídias digitais e por causas sociais, Rodrigo Baggio mostrando que sua ‘hiperatividade’ e ‘dislexia’ mudaram muitas vidas com o CDI, Christian Rôças encorajando as pessoas a buscarem a verdadeira felicidade, Karina Israel encantando o público com seus aplicativos de interatividade, Vilma Guimarães dando um show de paixão pela humanidade e pela educação, Luigi Baricelli deixando toda uma platéia emocionada, Tadeu Schmidt proporcionando os melhores momentos de descontração entre uma apresentação e outra… E se eu continuar escrevendo vai todo mundo parar de ler, porque eu já passei de 140 caracteres faz tempo.

Mas, falando em protagonismo, não tenho como não destacar o brilhante trabalho de toda a equipe de organização e apoio. Leonardo Eloi pelo projeto maravilhoso que criou, Elis Monteiro pela dedicação em todos os momentos, Paulo Loiola pela sensibilidade e carinho com todos, Mauro Quintella pela organização e paciência, Narayan Silva com sua incrível educação e poder de transformar tudo para melhor, Marianne Abreu pela criatividade de dar inveja, Duda Mattar pelo equilíbrio, Michelle Aisenberg por proporcionar as melhores risadas, entre todos os outros dispostos a ajudar por uma única causa: amor!

Só tenho a agradecer a todo esse grupo, que mostrou que a união não só faz a força, mas transforma vidas, como a minha, que depois de 8 de maio de 2010 nunca mais foi a mesma… Ali eu descobri que existem pessoas muito bem intencionadas neste mundo, pessoas que pensam como eu (eu não sou tão estranha quanto pensava!) e ainda é possível mudar o mundo !!

Saí muito cansada, trabalhei muito, andei que nem uma louca para um lado e para o outro em cima de um salto, e nunca me senti tão satisfeita na vida!!! Ainda bem que NÃO ACABOU, porque o gostinho de quero mais não para de me provocar…

Como diz uma certa pessoa: “Galera do TEDxSudeste, vamos dominar o mundo!!!”

Entrevista com Governador do Piauí

4 maio

Entrevista Governador do Piauí